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Como descartar chapas de radiografia?
O melhor destino é a reciclagem. As chapas de Raio-X contêm metais pesados e, portanto, não devem ser jogadas com lixo comum. “Se for incinerado, há o risco de o metal pesado se precipitar, mas se for para aterros, não tem risco nenhum”,
diz Luis Carlos Silva (Anvisa). A chapa passa por um processo químico para liberar a prata que depois é reaproveitada na confecção de jóias e o plástico é usado para a fabricação de embalagens, afirma Márcia Morel (Limpurb).
O Hospital das Clínicas, em São Paulo, montou um ponto de coleta de radiografias, no prédio dos ambulatórios, que funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h. |
Desde a implantação, em junho, o posto do hospital já recebeu 1.500 kg de radiografias. O material é todo doado ao Fundo de Solidariedade de São Paulo (Fussesp).
Em média, o Fussesp recebe do HC, por mês, mil toneladas de exames. O número já chegou a cinco mil por mês. A quantidade cai à medida que as máquinas analógicas de raio-X são substituídas por digitais, que não exigem a impressão dos exames.
A empresa DPC Brasil, que adquire o material do Fussesp, compra 20 mil kg de chapas por mês, ao custo de R$ 3,00 o quilo. Quarenta funcionárias separam e lavam os exames em uma solução com água e soda cáustica.
Recolhem as chapas:
Cooperativas de Coleta de SP: www.coopermiti.com.br
Reprata Ambiental: Rua Água Santa, 127, Alto da Mooca, tel. (11) 2606-9966 - (11) 2606-9966, São Paulo
Refina Metalquímica: Rua Itaguara, 274, Jabaquara, tel. (11) 5588-0766 - (11) 5588-0766, São Paulo
SerpuhiHessesian: tel. (11) 3858-3138 - (11) 3858-3138 e (11) 9957-5730 - (11) 9957-5730, São Paulo |
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Fontes: Dúvidas e Éticas: Folha de São Paulo/2008- SBOT |
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